Amig@s,
no ultimo sábado (05/10) realizamos a travessia Petrô-Terê em um dia. O grupo foi composto por Charles Diniz, Daniel Lagreca, Isabela Almeida, José Luís Guimarães, Lourenço Moreira, Thiago Araújo, Christina Tarrisse, Mariana Sheimberg e Rafael Villaça. Éramos 11 ao total, e o primeiro desafio foi organizar a logística do resgate, considerando que Chris e Mariana já estariam em Petrópolis no sábado. Optamos por contratar um Fiat Doblô, 7 iriam nele e 2 pegariam carona com Emílio e Ana Paula Visintin, que iriam para Teresópolis e, gentilmente, desviaram a rota para nos ajudar no transporte e resgate. Além da carona, eles também levaram o carro da Chris até Teresópolis. Fica aqui o registro do nossa gratidão pela ajuda e parceria!!!
Com a ideia de começarmos a caminhada no máximo às 8h, saímos às 5:30h e às 7h paramos para o rápido café em Corrêas, onde Chris e Mariana já nos esperavam. Às 7:40h já estávamos na entrada do Parque. Como os ingressos já estavam comprados, pudemos agilizar os trâmites de entrada e às 7:55h começamos a caminhar.
Todos animadíssimos e bem dispostos. Para a maioria essa era a primeira experiência da travessia, e fazê-la em um dia parecia desafiador.
Fui na frente puxando a turma e Caiê seguia fechando o grupo. Nossa primeira parada foi no Ajax, e entre o primeiro e o último a chegar, um intervalo de apenas 20 min, algo que se manteve em praticamente toda a travessia, mostrando que o grupo estava coeso e conseguindo manter o ritmo na caminhada. Nos reabastecemos de água, comemos alguma coisa e seguimos.
Fui na frente puxando a turma e Caiê seguia fechando o grupo. Nossa primeira parada foi no Ajax, e entre o primeiro e o último a chegar, um intervalo de apenas 20 min, algo que se manteve em praticamente toda a travessia, mostrando que o grupo estava coeso e conseguindo manter o ritmo na caminhada. Nos reabastecemos de água, comemos alguma coisa e seguimos.
Subimos a Isabeloca e um vento forte nos esperava no Chapadão. O tempo estava bom e pegamos céu azul em boa parte da caminhada, e o vento foi companheiro em quase todo o percurso. O pelotão da frente chegou ao Açu às 10:20h, mas em pouco tempo todos já estavam reunidos pra um lanchinho.
As primeiras horas de caminhada são importantes pra se entender o ritmo da turma, e todos estavam muito bem depois desse grande trecho de subidas.
Do Açu seguimos até a Cachoeirinha, onde paramos para almoçar. Nesse trecho Daniel e Thiago já seguiam à frente demonstrando estarem à vontade no percurso e na orientação. A cada parada um verdadeiro banquete, tivemos bolo de banana com chocolate, feito com farinha de arroz pelo Lourenço (maravilhoso! quero a receita!!!), sanduíches de todos os tipos, com destaque para o pão com feijão do Charles, sem contar a já clássica goiabada!
De barriga cheia encaramos a subida do elevador. Daniel e Thiago pareciam passear e seguiram um pouco à frente. Para a passagem do Cavalinho levamos uma pequena corda, que serviu apenas de peso na mochila. Todos passaram com facilidade, e para os que debutavam na travessia mais um “mito” se desfez. “Esse é o cavalinho??!!”. A turma tirou de letra!!
As primeiras horas de caminhada são importantes pra se entender o ritmo da turma, e todos estavam muito bem depois desse grande trecho de subidas.
Do Açu seguimos até a Cachoeirinha, onde paramos para almoçar. Nesse trecho Daniel e Thiago já seguiam à frente demonstrando estarem à vontade no percurso e na orientação. A cada parada um verdadeiro banquete, tivemos bolo de banana com chocolate, feito com farinha de arroz pelo Lourenço (maravilhoso! quero a receita!!!), sanduíches de todos os tipos, com destaque para o pão com feijão do Charles, sem contar a já clássica goiabada!
De barriga cheia encaramos a subida do elevador. Daniel e Thiago pareciam passear e seguiram um pouco à frente. Para a passagem do Cavalinho levamos uma pequena corda, que serviu apenas de peso na mochila. Todos passaram com facilidade, e para os que debutavam na travessia mais um “mito” se desfez. “Esse é o cavalinho??!!”. A turma tirou de letra!!
Última parada, Abrigo 4. Chegamos às 14:05h. Daniel e Thiago, que andavam à frente, ainda subiram no Sino pra apreciar a vista. Como estávamos num bom ritmo de caminhada e nosso resgate só chegaria às 17h, ficamos de conversa por bons 40 minutos. Conversando e mastigando o que ainda tínhamos de lanche, afinal de contas é sempre bom transferir o peso da mochila pra algum lugar.
A essa altura, literalmente caminhando para o fim da travessia, como só nos restava descer, optamos por pegar o atalho da Cota 2000….já que é pra descer, vamos pelo caminho mais curto e mais divertido!!
Passado o atalho e de volta à trilha mais aberta, Lourenço, ainda cheio de energia, achou que a melhor forma de aproveitar o terreno, agora mais plano, era correndo…e assim foi. Daniel também foi andando rápido, vez ou outra eu avistava seu vulto numa das curvas de nível. Os primeiros chegaram a partir das 16:10h, e às 17:15 tod@s já estavam reunidos no estacionamento.
Foi incrível ver o desempenho e animação de tod@s. Chris, que temia não conseguir fazer a travessia em um dia, andou muito bem e não sentiu dificuldades….e o astral sempre lá em cima!! Mariana disse que foi a caminhada mais longa que já fez. Começou muito bem e já está pronta pra várias outras! Isabela contou com o apoio do Lourenço que carregou parte da sua carga para poupar sua coluna, garantindo seu ótimo desempenho. José parecia passear no parque, zero dificuldade e sempre conversando com todos.
Ficamos muito felizes em poder levar/guiar nossos amigos e amigas nessa travessia tão representativa do nosso montanhismo. Para além de uma nova geração de guias, vemos nosso querido clube se renovando, crescendo, agregando. Deixamos aqui nosso agradecimento especial ao Rafael Villaça que nos acompanhou na empreitada e nos proporcionou (de maneira involuntária) a segurança de contar com um guia experiente no grupo, e ao Emílio e Ana Paula Visintin pelo apoio, suporte e parceria de sempre!!
A essa altura, literalmente caminhando para o fim da travessia, como só nos restava descer, optamos por pegar o atalho da Cota 2000….já que é pra descer, vamos pelo caminho mais curto e mais divertido!!
Passado o atalho e de volta à trilha mais aberta, Lourenço, ainda cheio de energia, achou que a melhor forma de aproveitar o terreno, agora mais plano, era correndo…e assim foi. Daniel também foi andando rápido, vez ou outra eu avistava seu vulto numa das curvas de nível. Os primeiros chegaram a partir das 16:10h, e às 17:15 tod@s já estavam reunidos no estacionamento.
Foi incrível ver o desempenho e animação de tod@s. Chris, que temia não conseguir fazer a travessia em um dia, andou muito bem e não sentiu dificuldades….e o astral sempre lá em cima!! Mariana disse que foi a caminhada mais longa que já fez. Começou muito bem e já está pronta pra várias outras! Isabela contou com o apoio do Lourenço que carregou parte da sua carga para poupar sua coluna, garantindo seu ótimo desempenho. José parecia passear no parque, zero dificuldade e sempre conversando com todos.
Ficamos muito felizes em poder levar/guiar nossos amigos e amigas nessa travessia tão representativa do nosso montanhismo. Para além de uma nova geração de guias, vemos nosso querido clube se renovando, crescendo, agregando. Deixamos aqui nosso agradecimento especial ao Rafael Villaça que nos acompanhou na empreitada e nos proporcionou (de maneira involuntária) a segurança de contar com um guia experiente no grupo, e ao Emílio e Ana Paula Visintin pelo apoio, suporte e parceria de sempre!!
Que venham as próximas!!
Beijos e abraços!
Valéria e Caiê